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Debate no g1: candidatos ao Senado em PE discutem medidas contra feminicídios, regras para emendas e relação entre governo, Congresso e STF

Candidatos ao debate por Pernambuco g1 O debate promovido pelo g1 nesta quarta-feira (2) entre candidatos ao Senado por Pernambuco foi marcado por discussões s...

Debate no g1: candidatos ao Senado em PE discutem medidas contra feminicídios, regras para emendas e relação entre governo, Congresso e STF
Debate no g1: candidatos ao Senado em PE discutem medidas contra feminicídios, regras para emendas e relação entre governo, Congresso e STF (Foto: Reprodução)

Candidatos ao debate por Pernambuco g1 O debate promovido pelo g1 nesta quarta-feira (2) entre candidatos ao Senado por Pernambuco foi marcado por discussões sobre medidas de combate à violência contra a mulher, regras para emendas parlamentares e a relação entre o governo, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). Os candidatos também trocaram acusações e fizeram defesas principalmente nas discussões sobre os governos Lula (PT) e Raquel Lyra (PSD), o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 (veja, mais abaixo, vídeos de cada tema). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Participaram do encontro Eduardo da Fonte (PP), Humberto Costa (PT), Marília Arraes (PDT), Mendonça Filho (PL), Paulo Rubem Santiado (Rede) e Túlio Gadêlha (PSD). O debate foi transmitido ao vivo, do Recife, pelo site e pelos perfis do g1 no YouTube, Tiktok e Instagram. Foram convidados os candidatos de partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso, ou que alcançaram ao menos 5% de intenções de voto na última pesquisa Quaest. Seis temas foram previamente definidos e comunicados às campanhas antes do debate. A ordem dos assuntos foi sorteada antes do início do encontro, bem como a posição das cadeiras durante o encontro e a ordem das considerações finais. Os participantes tiveram 15 minutos de tempo de fala para administrar ao longo da discussão, com intervenções de até 1 minuto e 30 segundos por vez. Ao final, todos tiveram direito a um minuto para as considerações finais. Confira o que falaram os candidatos sobre os temas estabelecidos: Responsabilidade fiscal Interiorização da saúde Violência contra a mulher Relação entre poderes Emendas parlamentares Mudanças climáticas/enchentes Tema livre Considerações finais Primeiro tema: responsabilidade fiscal Candidatos ao Senado de Pernambuco respondem sobre responsabilidade fiscal No primeiro tema, os candidatos ao Senado por Pernambuco discutiram responsabilidade fiscal, equilíbrio das contas públicas, impostos, juros e investimentos sociais. O debate teve divergências principalmente sobre a forma de equilibrar as contas sem reduzir investimentos e direitos sociais. Eduardo da Fonte defendeu a organização das contas públicas e um ajuste fiscal para contribuir com a redução dos juros. Marília Arraes afirmou que responsabilidade fiscal não significa simplesmente cortar gastos e defendeu justiça tributária e investimentos sociais. Paulo Rubem criticou o modelo atual de gestão das contas públicas e propôs uma "Lei de Responsabilidade para o Desenvolvimento", com aumento da arrecadação entre os mais ricos e mais investimentos sociais. Humberto Costa afirmou que Lula e o PT defendem o equilíbrio fiscal, mas sem retirar recursos da população mais pobre. Ele defendeu a revisão de isenções fiscais e o fim de privilégios. Túlio Gadelha disse que Lula recebeu o país com déficit e conseguiu equilibrar as contas sem retirar direitos dos trabalhadores. Em Pernambuco, citou a economia de R$ 2 bilhões feita pelo governo Raquel Lyra (PSD) com a retirada de contratos e investimentos considerados desnecessários. Mendonça Filho criticou o aumento de impostos e afirmou que o desequilíbrio das contas públicas aumenta a inflação, o custo de vida e os juros. Ele citou 137 medidas de aumento de impostos durante o governo Lula e criticou o déficit das empresas estatais. Ao longo do bloco, Marília acusou a direita de defender cortes de direitos dos trabalhadores, enquanto Mendonça afirmou que a candidata estaria "vivendo num mundo completamente distante da realidade do Brasil". Humberto também criticou o Congresso por ampliar sua participação no Orçamento e apoiar as chamadas "pautas-bomba". ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Segundo tema: interiorização da saúde Candidatos ao Senado de PE respondem sobre interiorização da saúde No segundo tema, os candidatos discutiram como ampliar o atendimento de saúde fora da Região Metropolitana do Recife. As propostas envolveram construção e reforma de hospitais, oferta de especialistas, formação de médicos e prevenção de doenças. Eduardo da Fonte destacou o Hospital do Câncer do Sertão do Araripe e defendeu a ampliação de serviços especializados no interior, além de novos equipamentos para hospitais que atendem pelo SUS. Túlio Gadelha citou a redução de filas para exames em dez regiões de saúde, o programa Carreta da Mulher e ações do governo Raquel Lyra. Humberto Costa lembrou sua atuação como ministro da Saúde e citou programas como Samu, Farmácia Popular e Brasil Sorridente. Disse que mais da metade de suas emendas foi destinada à saúde e defendeu atenção básica, prevenção e atendimento especializado. Paulo Rubem afirmou que a discussão não deveria se limitar à construção de hospitais e defendeu a regionalização do SUS, além de políticas de prevenção, alimentação saudável, esporte e saneamento. Marília Arraes apontou a concentração dos serviços de média e alta complexidade na Região Metropolitana e defendeu a requalificação dos hospitais regionais e a presença de mais especialistas no interior. Mendonça Filho defendeu a descentralização da rede e citou investimentos em unidades de saúde no interior. Ele também defendeu a abertura de cursos de medicina para formar profissionais no estado e criticou o programa Mais Médicos. Humberto rebateu a crítica e defendeu o programa. Outro confronto ocorreu em torno das chamadas "canetas emagrecedoras". Marília defendeu a oferta desses medicamentos pelo SUS, enquanto Paulo Rubem criticou a proposta e afirmou que ela representaria uma submissão à indústria farmacêutica e ao mercado. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Terceiro tema: violência contra a mulher Candidatos ao Senado de Pernambuco respondem sobre violência contra a mulher No terceiro tema, os candidatos discutiram prevenção e combate à violência contra a mulher, com propostas que foram da educação e assistência às vítimas ao endurecimento das penas para feminicidas. Humberto Costa defendeu o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e ações de prevenção, assistência social, atendimento de saúde e apoio psicológico e financeiro. Ele também citou um projeto que prevê benefício por seis meses para mulheres vítimas de violência. Mendonça Filho defendeu penas mais rígidas para feminicídio e estupro e afirmou que condenados por esses crimes devem cumprir a pena integralmente. Também defendeu a redução da maioridade penal de acordo com a gravidade do crime. Paulo Rubem apontou o que classificou como omissão do Estado e defendeu a educação de crianças e jovens como forma de prevenção. Também cobrou mais recursos para as políticas de enfrentamento à violência e a ampliação das Delegacias da Mulher. Marília Arraes defendeu que todas as Delegacias da Mulher funcionem em horário integral e criticou o fato de muitas unidades funcionarem apenas em horário comercial. Ela também propôs ampliar a rede de atendimento e políticas de apoio psicológico, qualificação profissional e acesso a crédito. Eduardo da Fonte defendeu o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores e citou ações do governo Raquel Lyra. Túlio Gadelha destacou aumento do orçamento estadual para as políticas de enfrentamento à violência e a criação de Centros de Referência da Mulher. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Quarto tema: relação entre poderes Candidatos ao Senado de PE respondem sobre relação entre poderes No quarto tema, os candidatos discutiram a independência entre Executivo, Legislativo e Judiciário e passaram a trocar acusações sobre o STF, os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e o impeachment de Dilma Rousseff, chamado por muitos dos candidatos de "golpe de Estado". Eduardo da Fonte defendeu a autonomia dos Poderes, mas propôs mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Túlio Gadelha discordou e afirmou que a medida poderia gerar insegurança jurídica e fazer com que a composição do Supremo mudasse de acordo com o presidente eleito. Paulo Rubem defendeu que todos os Poderes estejam submetidos à Constituição e criticou benefícios e vantagens que, segundo ele, não estão disponíveis aos trabalhadores. Também criticou o orçamento secreto, as emendas PIX e a chamada PEC da Blindagem. Candidatos ao Senado de PE respondem sobre 8 de janeiro e democracia Humberto Costa defendeu a independência dos Poderes e afirmou que eventuais irregularidades envolvendo ministros do STF devem ser investigadas. Disse ainda que votaria pelo impeachment de um ministro caso um processo legal comprovasse crime ou quebra de decoro, mas criticou o que chamou de banalização do mecanismo. Mendonça Filho afirmou que existe desequilíbrio entre os Poderes e acusou o STF de concentrar poder. Também criticou o que classificou como problemas no devido processo legal nos casos de pessoas presas por atos golpistas de 8 de janeiro. Marília Arraes classificou os atos de 8 de janeiro como uma tentativa de golpe de Estado e defendeu a preservação das instituições. Ela também criticou a relação entre Executivo e Legislativo na negociação de emendas parlamentares. Candidatos ao Senado de PE respondem sobre reforma trabalhista A discussão se tornou mais acirrada quando os candidatos passaram a divergir sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Marília, Paulo Rubem e Humberto classificaram o processo como golpe, enquanto Mendonça Filho afirmou que o impeachment ocorreu de acordo com a Constituição. Mendonça também afirmou que João Campos (PSB), candidato ao governo de Pernambuco na chapa de Marília Arraes, apoiou o processo. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Quinto tema: emendas parlamentares Candidatos ao Senado de PE respondem sobre emendas parlamentares No quinto tema, os candidatos discutiram o papel das emendas parlamentares e como garantir transparência na aplicação dos recursos. Eduardo da Fonte defendeu a transparência e destacou sua atuação na destinação de emendas para a saúde. Paulo Rubem propôs suspender a prática de emendas por dois anos e criar um código de ética do orçamento público. Ele também criticou o orçamento secreto e as emendas que considera pouco transparentes. Túlio Gadelha defendeu consultas públicas e mecanismos de orçamento participativo para definir a aplicação dos recursos. Humberto Costa afirmou que as emendas são importantes para muitos municípios, mas defendeu critérios mais claros, transparência e maior integração com o orçamento e os programas do governo federal. Mendonça Filho defendeu a importância das emendas para os municípios e para a saúde, mas também destacou a necessidade de transparência e limites. Marília Arraes defendeu o uso responsável dos recursos e criticou parlamentares que utilizam as emendas como instrumento de barganha política. Paulo Rubem voltou a defender a criação de um código de ética do orçamento e afirmou que os candidatos precisam se comprometer com uma mudança nas regras de distribuição das emendas, e não apenas prometer que farão diferente. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Sexto tema: mudanças climáticas/enchentes Candidatos ao Senado de PE respondem sobre mudanças climáticas No último bloco temático, os candidatos discutiram mudanças climáticas, enchentes, deslizamentos e prevenção de desastres em Pernambuco. Humberto Costa criticou o governo anterior ao de Lula, que classificou como negacionista, e defendeu políticas de preservação ambiental e transição energética. Para Pernambuco, propôs uma barragem na Zona da Mata Norte para conter enchentes. Túlio Gadelha defendeu políticas públicas e obras estruturantes para tornar as cidades mais resilientes. Ele citou intervenções no Jardim Monte Verde, em Jaboatão dos Guararapes, e a parceria entre Raquel Lyra e Lula. Também aproveitou o tema para defender ações do governo estadual e criticar os 16 anos de governos do PSB em Pernambuco. Marília Arraes afirmou que as vítimas das tragédias climáticas têm "CEP, cor, classe social e gênero" e defendeu políticas voltadas à população mais vulnerável. Ela propôs a conclusão das cinco barragens necessárias para a Zona da Mata Sul e recursos para os piscinões do Recife. Paulo Rubem criticou o desmatamento de 90 hectares na Área de Proteção Ambiental Aldeia-Beberibe para a construção da Escola de Sargentos do Exército. Ele também defendeu a integração de políticas de habitação, saneamento, drenagem, Defesa Civil e mobilidade urbana. Eduardo da Fonte defendeu uma barragem na Zona da Mata Norte para reduzir alagamentos em municípios como Timbaúba e Goiana e afirmou que buscará recursos federais em parceria com Raquel Lyra. Mendonça Filho citou sua atuação em prevenção de desastres e lembrou o projeto Viva o Morro, além de defender proteção de encostas, matas ciliares e construção de barragens. Ele citou a barragem Ipojuca, no Engenho Maranhão, como uma das obras que pretende apoiar. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Tema livre No tema livre, os candidatos tinham poucos segundos disponíveis, já que o tempo total de cada participante havia sido praticamente esgotado. Mendonça Filho e Eduardo da Fonte não participaram da etapa. Humberto Costa usou os segundos restantes para falar sobre crescimento e desenvolvimento de Pernambuco. Marília Arraes divulgou suas redes sociais e o número de urna. Paulo Rubem falou sobre sua trajetória política e atuação em defesa da educação pública. Túlio Gadelha também usou o espaço para reforçar sua atuação política. ⬆️ Voltar ao início da reportagem. Considerações finais Mendonça Filho: Mendonça Filho (PL), candidato ao Senado de PE, faz suas considerações finais "Pernambucanos, essa decisão com relação à eleição do Senado é uma das mais relevantes do Brasil. A gente tem que votar num candidato ao Senado que tenha um histórico de trabalho ficha limpa, e eu sou ficha limpa, que tenha idoneidade, que tenha coragem para exercer a função de senador da República com independência, defendendo os interesses do povo pernambucano. Todos sabem que eu sou aliado de primeira hora da governadora Raquel, estarei ao lado dela trazendo recursos para Pernambuco e no Senado Federal exercerei minha função como senador da República com muita responsabilidade e compromisso, investindo em saúde, educação, defendendo políticas públicas de segurança que protejam de fato a população em investimentos na educação que transformam a vida e que geram oportunidade para as nossas crianças e jovens. Conto com o seu voto, meu número é 222." Túlio Gadêlha Túlio Gadêlha (PSD), candidato ao Senado de PE, faz suas considerações finais “Olha, eu queria dizer que a gente está disposto a continuar esse debate em outros ambientes e que Márcio [Bonfim] tem feito um excelente trabalho junto com toda essa equipe aqui. E que a gente possa ter mais momentos de debate para que os pernambucanos possam ver quem de fato é importante para Pernambuco neste momento. Momento que a gente está trazendo investimentos, está melhorando as estradas, as escolas, climatizando, melhorando a segurança pública, trazendo oportunidade para quem quer trabalhar. Mais de 200 mil empregos, muitos deles na construção civil. Pernambuco está em desenvolvimento, está crescendo e os próximos anos serão melhores do que esses anos. Porque a gente organizou o estado, fazendo parcerias e dialogando. Agora, a gente quer melhorar, trazer ainda mais. Meu número é 555. Meu nome é Túlio Gadelha e eu voto em Raquel Lyra, 55, e estou no partido dela. E para presidente, eu estou com Lula 13. Conte sempre comigo e minhas redes sociais, para quem quiser acompanhar, tulio.gadelha e acompanhará um pouco do nosso trabalho e você vai ver.” Humberto Costa Humberto Costa (PT), candidato ao Senado de PE, faz suas considerações finais "Pernambuco já me conhece. Eu já tive a oportunidade de exercer importantes funções públicas no estado e no Brasil. Isso me conferiu uma experiência, um trânsito político que fazem com que o meu mandato de senador seja um mandato de defesa permanente do estado de Pernambuco. Em todos esses anos em que fui senador, jamais, jamais deixei de defender os interesses do nosso estado. Sou o candidato que tem mais identidade com o presidente Lula, formamos uma chapa que tem unidade política com o nosso candidato a governador João Campos, que foi um grande prefeito dessa cidade, que tem um projeto avançado para Pernambuco e estamos numa chapa que vai estar lá no Senado Federal para defender as propostas mais importantes do futuro governo Lula. Com Lula presidente, João Campos governador, Marília Arraes e Humberto Costa 130, a nossa unidade política". Eduardo da Fonte Eduardo da Fonte (PP), candidato ao Senado de PE, faz suas considerações finais "Gostaria de começar agradecendo a Deus, agradecendo a cada um de vocês que estão nos assistindo nesse momento, dizer que o senador da República tem que ter a força e a coragem para enfrentar temas importantes na vida das pessoas, como regulamentar as redes sociais para menores de 14 anos, proibir a liberação dos jogos através das bets, regulamentando a propaganda, regulamentando e fiscalizando os danos que elas têm causado na vida das famílias pernambucanas, também ao lado da governadora Raquel Lyra levar a saúde para perto das pessoas como o Hospital do Câncer do sertão do Araripe, equipamentos importantes para os hospitais que atendem 100% SUS. Meu nome é Eduardo da Fonte, Também sou conhecido como Dudu, e meu número é 111 senador de Pernambuco." Paulo Rubem Paulo Rubem (Rede), candidato ao Senado de PE, faz suas considerações finais "Obrigado aos candidatos e a candidata pela tranquilidade do debate. Pernambuco inteiro me conhece. Do Recife a Petrolina, Ouricuri em defesa da educação da agricultura familiar, da reforma agrária em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Eu sou o único candidato ao Senado que passei pelo movimento sindical, inclusive como fundador da Central Única dos Trabalhadores, a CUT. Fui presidente de sindicato, demitido no governo de Marco Maciel e não me satisfaço vendo Pernambuco tentar caminhar por caminhos que não são aqueles mais identificados com a vontade do povo. No Recife, um ex-prefeito que entregou a cidade às Bets, às casas de apostas, que estão adoecendo e empobrecendo as famílias. No estado, um governo que leva a privatização e ao desmatamento da APA Aldeia Beberibe para a construção de uma escola de sargentos. Nós estamos juntos e juntas. Eu e Ivan Moraes. Ivan Governador 50, Paulo Rubem para o Senado 180. Quem conhece a minha história pode confiar num mandato combativo no Senado." Marília Arraes Marília Arraes (PDT), candidata ao Senado de PE, faz suas considerações finais "Eu queria chamar você pra me conhecer melhor. Eu sou Marília Arraes, sou advogada formada pela Universidade Federal de Pernambuco, tenho pós-graduação em Direito Penal pela PUC. Sou mãe de três Marias: Maria Isabel, Maria Bárbara e Maria Madalena. Sou esposa de André, já fui vereadora do Recife, fui deputada federal, lutei muito contra Bolsonaro e a gente conseguiu várias conquistas. Sou autora do projeto de lei que garante a distribuição de absorventes, do projeto de lei que garante a prioridade das mulheres na fila do SUS, mulheres agredidas que sofreram violência doméstica, e queria que você me conhecesse melhor. Me procura nas redes sociais Marília Arraes e observa nossas propostas, nossos posicionamentos. Eu tô com o Lula, que foi o melhor presidente do Brasil, eu e Humberto Costa somos os senadores de Lula, e eu sou a única mulher candidata ao Senado. Estou com o João Campos, que foi um grande prefeito e será um grande governador. Conto com você meu número é 123." ⬆️ Voltar ao início da reportagem. VÍDEOS: candidatos ao Senado por PE participam de debate do g1